Borda Paulo Renato
Home
barra
Perfil
barra botao
Proposta
barra botão
Artigos
barra botao
Discursos
barra botão
Fotos
barra botão
Boletim eletrônico
barra botão
Imprensa
barra botão
Links
barra botão
Notícias
barra botão
Blog Paulo Renato
barra botão
Rádio Paulo Renato
barra botão
TV Digital - Vídeos
barra botão
Fale conosco
barra botão
Borda Paulo Renato
PSDB - 45
Instituto Social Democrata
Instituto Fernando Henrique Cardoso
 
 
"PT usa da ambiguidade para acobertar seu modelo estatizante e autoritário"
Barra separadora

Data - 23/2/2010

Fonte -

Ao analisar os resultados do 4º congresso do Partido dos Trabalhadores no qual foi lançada a candidatura da ministra Dilma, o deputado licenciado (e secretário da Educação) Paulo Renato afirmou que o PT adotou a estratégia da ambiguidade para acobertar o seu objetivo último: “a implantação, no Brasil, de um regime pautado em um estado centralizador do ponto de vista econômico e atrofiador das liberdades públicas, do ponto de vista político”.

Segundo o ex-ministro da Educação, esta ambiguidade se manifestou na aparente contradição entre a entrevista de Lula ao jornal O Estado de São Paulo, “na qual o presidente foi um poço de moderação, e a aprovação de pontos programáticos da candidatura Dilma, que representam” um giro à esquerda e um retorno aos tempos em que o PT pregava a “ ruptura necessária.” Para Paulo Renato, esta contradição é só aparente e há uma sintonia entre o discurso moderado (“ adotado também pela candidata ao se comprometer com o tripé da estabilidade econômica), e as diretrizes esquerdistas aprovadas por unanimidade pelo congresso petista.

Para exemplificar o que significa a estratégia da ambiguidade, Paulo Renato se utilizou de uma linguagem militar: “ o objetivo estratégico está contido no “ Estado Forte” pregado pelos discursos de Lula e Dilma, bem como na plataforma esquerdista. Já a tática está expressa na entrevista de Lula ao “Estadão” e tem como objetivo imediato acalmar o mercado e partidos conservadores que orbitam na base governista, além de tentar atrair amplos setores da sociedade refratários à radicalização petista.”

Ou seja, “o discurso moderado é o ponto de partida da candidatura, mas não expressa o programa máximo do Partido dos Trabalhadores, que em algum momento o lulo-petismo pretende implementar. Ou agora, ou pós a eleição caso seja vitorioso e tenha forças para tal.” De acordo com a sua avaliação, Não há a mais leve divergência entre o presidente, a candidata e o conjunto partidário, quanto ao que eles entendem por “fortalecimento do papel do Estado”. Este “Estado Forte” não se resume à “valorização dos servidores” e a outras platitudes ditas pela candidata.”

No seu entendimento, é possível perceber até onde chegará o Estado forte preconizado pelos petistas, através de uma frase do discurso de Lula: “as pessoas que privatizaram este país estão incomodadas porque queremos fortalecer certos setores da economia brasileira. Vão dizer que a Dilma vai ser estatizante. Mas isso não é ruim não. É bom.” Lula tentou se corrigir, mas a emenda foi pior do que o soneto: “É claro que você não vai querer estatizar borracharia, bar, cervejaria, mas aquilo que for estratégico para o país e não estiver funcionando, a gente não tem medo de tomar decisões.”

Para Paulo Renato, esta afirmação é a prova de que empresas privatizadas e que trouxeram benefícios para o país podem ser reestatizadas ou novas empresas estatais podem ser criadas, caso Dilma vença as eleições e ache que tais medidas são “estratégicas.” O parlamentar chamou ainda a atenção para o fato de não existir uma só palavra de discordância do presidente ou da candidata em relação ao programa esquerdista aprovado pelo Congresso. E concluiu:

“Não há um fosso entre a toada do presidente e o radicalismo do conjunto partidário, assim como inexistem dois PTs distintos. O “Lula moderado” e o PT do “giro à esquerda” são duas faces do mesmo modelo estatizante e autoritário, hoje acobertado pela estratégia da ambiguidade.”


Enviar email Enviar para o amigo - Imprimir texto Imprimir

 

 
Borda Paulo Renato
Paulo Renato
   
Paulo Renato (PSDB-SP) - Secretário da Educação do Estado de São Paulo e Deputado Federal licenciado. Foi Ministro da Educação no governo de Fernando Henrique, quando criou o ENEM, o Provão, o Fundef e o Bolsa-Escola. Defende a prioridade para o ensino básico, o crescimento econômico, a geração de empregos e a democracia.
Borda Paulo Renato
Borda Paulo Renato
Cadastro
Para Receber Boletim Eletrônico

Nome

Email
Borda Paulo Renato
PSDB-SP
     

Home | Perfil | Proposta | Artigos | Discursos | Fotos | Boletim | Imprensa | Link | Notícias | Blog | Rádio | Fale conosco

 

 

E-mail- paulorenato@paulorenatosouza.com.br - Copyright@ Paulo Renato - 2009